Depois da polêmica sobre substituir o tradicional chapéu gaúcho por capacete EPI, novas exigências estariam surgindo no campo. Segundo fontes “muito bem informadas” (direto do galpão), a próxima etapa seria emplacar o cavalo e exigir capacete homologado para qualquer lida campeira.
O cavalo, agora oficialmente considerado “meio de transporte rural alternativo”, deverá portar placa visível, lacrada e, de preferência, sem barro. Já o gaúcho, além do capacete, poderá ser obrigado a usar colete refletivo, pisca-alerta e talvez até retrovisor no arreio — tudo pela segurança, claro.
Tradicionalmente acostumado a encarar geada, sol a pino e estrada de chão no peito e na coragem, o gaúcho agora se vê diante de um novo desafio: não perder a identidade no meio de tanta regra.
Especialistas afirmam que, no ritmo que vai, logo será exigido:
• CNH categoria C (Cavalo)
• IPVA anual do pingo
• Vistoria do casco
• E multa se o cavalo relinchar fora do horário permitido.
Enquanto isso, o gaúcho segue firme:
de capacete ou de chapéu, mas sem perder a essência.
Porque tradição não se substitui com EPI… se respeita.
