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Marcas na história:
Marcas na história:
Por Administrador
Publicado em 29/06/2026 09:41
Curtas.
Marcas na história:

O governador Carlos Massa Ratinho Junior já avista o fim da sua passagem de 8 anos na função. Há um cidadão nesse contexto, como todos os outros que passaram e deixaram marcas, positivas e negativas.

Ratinho, terá pelo resto de sua vida a carga da história que escreveu, com certeza, pelo menos um grande erro irá perturbar sua consciência por todos os dias que viverá, com mandato ou sem.

A venda da Copel sem dúvidas será a marca de muito peso negativo para o daqui a poucos meses ex governador. Terá que conviver no subconsciente com esse incômodo psicológico para sempre, um erro com "marca de irresponsabilidade".

A Copel não era uma empresa quebrada. Era uma das maiores empresas do Paraná, lucrativa e estratégica para o desenvolvimento do Estado.

A promessa da privatização foi leviana e talvez mal intencionada: foi iludido? Creio que não. Um governante precisa se fundamentar na essência, da política, da vida, na coerência e nas justificativas técnicas. Mas, a promessa da ilusão para vender a Copel foi de mais eficiência, melhores serviços, benefícios e bem-estar para a população. Não é o que se vê!

A realidade atual mostra o contrário, ineficiência, o povo SEM LUZ e sem ter para quem reclamar, muitos cidadãos, contribuintes, produtores estão recorrendo à aquisição de energia elétrica própria com motor a diesel grupo gerador, com um custo elevado no investimento e na produção de energia. Onde chegamos! Nos confins dos anos anteriores ao Clic Rural do ex governador José Richa, que levou luz da Copel às propriedades rurais do PR.

Hoje, com a Copel nas mãos do capitalismo temos:

•   Interrupções constantes         no fornecimento.

* Contas de energia mais caras.

* Venda de imóveis e outros ativos da Copel.

* Distribuição bilionária de dividendos aos acionistas, enquanto a companhia anuncia foco em ampliar a remuneração do mercado... 

Para quem se opôs à privatização desde o início, a pergunta continua sem resposta.

Se a Copel já dava lucro e era patrimônio dos paranaenses, por que vendê-la? E por que, depois da privatização, a prioridade passou a ser, remunerar acionistas enquanto cresce a insatisfação, o descaso  com os consumidores!

Sem dúvidas, Ratinho gravou uma marca muito negativas na sua biografia.

A história julgará e dirá muito sobre essa decisão irresponsável. Mas, para a maioria, a venda da Copel será lembrada como o capítulo mais controverso do governo da era "moleque Ratinho" governador.

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