Acordo secreto?
O ressentimento tem nome e endereço. Ratinho Júnior ignorou Rafael Greca e resolveu apostar em quem?
No desconhecido Sandro Alex. Sim! Aquele que o eleitor ainda pergunta: “Alex… quem é?”
Nos bastidores, o papo é outro: um candidato fraco, sob medida, para não atrapalhar Sérgio Moro. Chamam de estratégia. Mas o nome que corre baixo é: “acordo branco".
Enquanto isso, o histórico pesa - pedágio, Copel, Sanepar, Porto, Banco Master, Resort... = desgaste, rejeição… e zero tração popular. Seria muito peso para o ex juiz Moro carregar e explicar - sendo o candidato oficial do governo.
Na Assembleia Legislativa do Paraná, o clima é de pânico: dos 19 deputados do PSD pelo menos 10 cairão fora "nas urnas", se o topo afunda… a bancada afunda junto.
Pior, já é sussurrado nos corredores: o partido pode largar tudo e apoiar Sérgio Moro já no primeiro turno.
Traduzindo: começa como candidatura… termina como desistência. No fim, o jogo é simples - e muito sujo: usa, desgasta… e descarta. E quem achou que era estratégia… talvez era só roteiro mesmo.
CPI em debates:
O relator da CPI do crime organizado indiciou três ministros do STF, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
A declaração levantou debate sobre limites das CPIs no Brasil, em reação O Ministro Gilmar rechaçou o relatório, dizendo ser cortina de fumaça para abafar interesses do relator.
Afirmou que uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) não tem base legal para indiciar ministros da própria Corte. A fala reacende discussões sobre a atuação e os limites das CPIs dentro do Congresso Nacional.
Segundo Mendes, as CPIs têm poderes de investigação, mas não podem avançar sobre competências exclusivas do Judiciário.
O posicionamento ocorre em meio a tensões políticas envolvendo o papel do Legislativo na fiscalização de autoridades do Supremo.
Lula determinou ao Presidente do BC Banco Central, Gabriel Galipolo para publicar tudo o que envolve o escândalo referente ao Banco Master, sem acusar ninguém, recomendou, mas deixar tudo para conhecimento da sociedade.
Ibema sem transporte escolar:
Segundo relatos de Pais de alunos residentes no perímetro urbano de Ibema, "estão sem transporte escolar", alguns Pais se desdobram entre trabalho e levar/buscar de carro próprio os filhos na escola municipal.
Segundo o vereador Jeferson Ferreira a justificativa é de que o transporte escolar é prioridade para alunos da zona rural.
Bom senso zero.
Sem considerar distâncias, intempéries climáticas - chuvas e na estação com os dias mais curtos alunos estão saindo de casa na madrugada ainda escura para chegar no horário.
O bom senso, critérios de observar a função real do transporte escolar, a finalidade da instituição prefeitura são Ignorados.
Ainda; há informações que veículos repassados ao município pelo FNDE Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação estão sendo usados para outras finalidades, inclusive fora da educação, o que pode gerar improbidade.
